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terça-feira, 3 de maio de 2022

Alzheimer&Prevenção - Aplicativo tira foto dos olhos permitindo rastrear Alzheimer e TDAH

Aplicativo tira foto dos olhos e permite rastrear Alzheimer e TDAH 


imagem de divulgação da matéria - com smartphone, imagem de foto e gráfico

App pode rastrear o Alzheimer 

Identificar doenças e transtornos neurológicos de forma precoce pode ser fundamental para um tratamento mais efetivo e uma melhor qualidade de vida dos pacientes. Por conta disso, um aplicativo promete ajudar a rastrear doenças como Alzheimer e o Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) por meio de uma fotografia do olho.

O projeto da Universidade da Califórnia, em San Diego utiliza câmera com sensor infravermelho, presente nos celulares mais modernos, junto com a câmera de selfie convencional para analisar a pupila dos pacientes. Esse rastreamento pode ajudar a determinar as condições cognitivas de um paciente.

De acordo com os pesquisadores em um comunicado divulgado no último dia 29, o tamanho da pupila sofre alterações quando realizados determinadas atividades e algumas alterações podem ser observadas em pacientes com TDAH e Alzheimer. “Esperamos que isso abra as portas para novas explorações do uso de smartphones para detectar e monitorar possíveis problemas de saúde mais cedo”, disse Colin Barry. chefe do estudo, em comunicado. 

Outro ponto importante é facilitar o uso dessa ferramenta, já que boa parte do público com sintomas de algumas dessas doenças é idoso e pode não estar adaptado ao uso de smartphones. “Para nós, um dos fatores mais importantes no desenvolvimento de tecnologia é garantir que essas soluções sejam úteis para qualquer pessoa. Isso inclui indivíduos como adultos mais velhos que podem não estar acostumados a usar smartphones”, completa Barry.

A expectativa é que isso aumente o número de pessoas diagnosticando essas condições ainda no início dos sintomas, facilitando o tratamento. “(Irá) auxiliar na detecção e compreensão de doenças como a doença de Alzheimer. Isso pode ter um enorme impacto na saúde pública”, finaliza Eric Granholm, professor da instituição.

FONTE - Olhar Digital - https://olhardigital.com.br/2022/05/02/internet-e-redes-sociais/aplicativo-tira-foto-dos-olhos-e-permite-rastrear-alzheimer-e-tdah/

quinta-feira, 28 de julho de 2016

AUTISMOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Aplicativo 'Jujuba' auxilia na rotina diária de pessoas com autismo

Ferramenta lançada no início deste mês ajuda na concentração e desenvolvimento de crianças e adultos com Transtorno do Espectro Autista

Aplicativo 'Jujuba' auxilia na rotina diária de pessoas com autismo, Aplicativo, TEA, autismo, família, auxílio
(Imagem publicada - foto de divulgação - com um smartphone com uma data após ''minha agenda'', com fundo em violeta, tendo o nome do aplicativo embaixo- Jujuba) 
Mais autonomia e independência para crianças, adolescentes e adultos com desenvolvimento atípicos. Essa é uma das funções do aplicativo “Jujuba”, lançado para plataforma iOS 6 no início de julho, o dispositivo poderá ser adquirido pelo preço promocional de 1,99 dólar. O desconto continua valendo, ainda sem prazo anunciado para se encerrar.  
A ferramenta dispõe de itens que planejam e controlam com praticidade as atividades diárias, avisos visuais e sonoros, sistema de recompensa para as metas alcançadas, personalização de tarefas com fotos e vídeos familiares, relatório semanal do desempenho das tarefas, entre outros, e foi criada pela Jujuba, empresa de tecnologia e informação que oferece serviços e materiais pedagógicos para crianças e adolescentes com dificuldade de aprendizado, autismo (TEA) e outras síndromes.
“Nosso propósito é levar informação e aprendizado, contribuindo para que essas pessoas e suas famílias tenham uma vida mais independente, autônoma e integrada à sociedade. Este app é baseado no método ABA (Análise do Comportamento Aplicado) que é referência mundial para organizar comportamentos”, destaca a empresária Ana Carolina Felício, responsável pelo aplicativo, ainda sem data oficial para lançamento para as plataformas Android. 
Na prática
O app “Jujuba” pode ser utilizado de várias formas, como no auxílio ao beber água. Outras atividades também podem ser executadas como lembrete do horário de medicamento, planejamento da rotina diária, uso do banheiro, entre outras. “O Jujuba é uma ajuda para os responsáveis se envolverem de forma atraente com as pessoas diagnosticadas com desenvolvimento atípico. O bacana é que a própria criança gerencia suas metas e seus prêmios de acordo com seus avanços. Em cada conquista é importante os responsáveis fazerem muita festa para motivar ainda mais”, alerta Ana Carolina. 
Antes de ser lançada, a ferramenta foi testada por famílias que convivem com autismo ou desenvolvimento atípico. “A possibilidade de mostrar para o meu filho as atividades do dia a dia e fazer com que ele interaja com o aplicativo, tirando fotos das ações, das brincadeiras, das profissionais que trabalham com ele, para mim foi a melhor experiência de uso", considera o professor universitário Everton Nascimento, de Florianópolis, pai de Pedro – portador de síndrome de Asperger. 
A fotógrafa Tonnia Coelho Nacev, de Ribeirão Preto, mãe de Maria Cecília, de 4 anos, diagnosticada com TEA, também participou do projeto piloto do app e o classificou como intuitivo e interativo. “Facilita a compreensão da rotina diariamente. A Cissa se deu muito bem, mexe sozinha em tudo, adorou! A hora de dormir sempre foi a mais crítica, agora eu coloquei o Jujuba para despertar para contar historinhas. Como ela pega as coisas muito rápido, já sabe que quando toca o alarme é hora da historinha para dormir”, revela. 
LEIA MAIS SOBRE AUTISMOS NO BLOG INFOATIVO DEFNET -  

O AUTISMO NÃO É APENAS UMA DOENÇA http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/06/o-autismo-nao-e-apenas-uma-doenca.html

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

ALZHEIMER/TECNOLOGIAS - Aplicativo da Sony para Android ajuda projeto de busca da sua cura

Você pode ajudar a encontrar a cura para o Alzheimer enquanto dorme com este app da Sony

sony-folding-app
(imagem publicada da matéria - com a representação de um grupo de pessoas, à direita, com uma mulher branca, um menino negro, um homem branco, uma jovem branca e homem negro, abaixo deles esta o Folding home, Tipo de Pesquisa, Pessoas que estão ajudando e Tempo contribuido. No lado esquerdo há uma representação de um contador de tempo, um relógio, tendo abaixo a Hora de Início, Notificações e Wi-fi, com os símbolos abaixo de navegação no App, como parte das suas configurações) 

A doença de Alzheimer afeta cerca de 6% das pessoas com idade acima de 65 anos e o primeiro sintoma mais comum é a perda de memória a curto prazo. É uma doença degenerativa que, infelizmente, ainda não tem cura. Mas pesquisadores do mundo inteiro estão trabalhando para encontrar uma cura para o Alzheimer — e você pode ajudar, usando um novo aplicativo para Android desenvolvido pela Sony.
O Folding@Home é um velho conhecido dos leitores do Tecnoblog: trata-se de um projeto de computação distribuída da Universidade Stanford para ajudar os cientistas a entenderem o desenvolvimento de doenças como o Alzheimer e vários tipos de câncer. Ele aproveita o tempo ocioso dos processadores de milhares de computadores espalhados pelo mundo para fazer simulações de enovelamentos de proteínas.

Como os processadores dos smartphones estão cada vez mais poderosos, a Sony começou a desenvolver em 2012 um aplicativo do Folding@Home para celulares, que finalmente foi lançado nesta segunda-feira (12). No aplicativo, você pode configurar os horários em que o processador do seu smartphone será usado para fazer as simulações (das 0h às 6h, por exemplo, quando você estiver dormindo). Quanto mais pessoas participarem, mais informações os cientistas terão.
Para evitar desgastes, o Folding@Home só funciona quando seu smartphone estiver ligado a uma tomada e com a bateria totalmente carregada. E, como as informações processadas pelo seu smartphone são enviadas periodicamente para os servidores da Universidade Stanford, é necessário que o aparelho esteja conectado a uma rede Wi-Fi; assim, você não gastará seu plano de dados.
O aplicativo beta do Folding@Home para Android pode ser baixado gratuitamente noGoogle Play e, por enquanto, só funciona oficialmente nos smartphones da família Xperia Z, bem como no Xperia T3, T2 Ultra, M2 Aqua e C3. A Sony afirma que vai liberar o aplicativo para todos os smartphones com Android 4.4 ou superior ainda neste início de 2015.
FONTE - https://tecnoblog.net/172615/folding-home-android-sony/

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

SURDOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Tecnologia vestível ajuda deficientes auditivos

Conheça o easyTek, a tecnologia vestível que ajuda deficientes auditivos

Nem só de estilo e funcionalidades extras vivem os acessórios smarts. O colar easyTek está sendo desenvolvido pela Siemens para ajudar pessoas com deficiência auditiva, enviando o sinal de áudio de diversos aparelhos, como smart TVs, smartphones e outros aparelhos, na altura ideal para quem sofre deste tipo de problema.
A grande sacada de easyTek é nivelar o volume diretamente ao usuário, sem a necessidade de interferir no áudio original enviado para as outras pessoas. Algo como um fone de ouvido exclusivo, mas que pode conciliar com sons externos, como conversas, trânsito etc. 

Facilitando ainda mais com o aplicativo exclusivo

A Siemens está desenvolvendo junto com o aparelho um aplicativo para Android e iOS que permite personalizar ainda mais os níveis de áudio, além de dar a opção de direcionar a captação de sons para o local que desejar. Por exemplo: a pessoa pode diminuir um pouco o som da TV e direcionar a potencialização de volume para a pessoa sentada ao seu lado.
O colar funciona basicamente como um smart hub que concilia os sons de diversos dispositivos com os sons externos, transmitindo via Bluetooth todos os sinais diretamente para um par de fones de ouvido.
Não é algo revolucionário, mas com certeza é uma ótima notícia, destoando dos inúmeros anúncios sobre tecnologia vestível que querem conciliar estética às funcionalidades triviais. Por mais simples que possa parecer, um aparelho como este pode ser de grande ajuda para muitos que têm algum tipo de deficiência auditiva. A Siemens revelará mais informações na CES 2015.
FONTE(S)
IMAGENS

sábado, 8 de novembro de 2014

CEGOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Criado na Universidade de Coimbra aplicativo para pessoas cegas com uso da voz

Investigadores da UC criam aplicação para guiar pessoas cegas através da voz

SmartGuia: Shopping Assistant for Blind People funciona em smartphones mesmo através debluetooth e wi-fi.
(Imagem - foto colorida de uma pessoa cega, vista apenas com suas pernas, caminhando em uma calçada com piso tátil à direita, usando sua bengala branca - fotografia da matéria)
 
Uma equipe de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu uma aplicação para smartphones para guiar pessoas cegas no interior de edifícios. A aplicação que funciona com o sistema SmartGuia: Shopping Assistant for Blind People guia por voz o utilizador.

O guia, que foi criado em colaboração com a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), pretende “orientar o cego até ao seu objectivo, respondendo a perguntas e facultando informação clara sobre lugares, produtos e serviços que se encontram no edifício”, explica o coordenador do projeto, José Cecílio, numa nota da FCTUC.

“A aplicação é acionada pelo utilizador e, a partir daí, atualiza constantemente a informação: estabelece percursos e indica distâncias, descreve o ambiente envolvente [por exemplo, a que distância está do elevador ou de escadas], identifica pontos de interesse”, explica o coordenador.

Segundo os investigadores, o utilizador pode dizer para o smartphone o que pretende fazer, ir às compras ou comer. O sistema reconhece as palavras que foram ditas e questiona depois o utilizador sobre preferências mais concretas, como o restaurante que pretende. Feita a escolha, o sistema guia a pessoa cega por voz, através de mudanças de trajetória, até ao sítio desejado. O sistema funciona por bluetooth wi-fi.

Os investigadores pretendem que a utilização do guia inteligente, que foi recentemente premiado pelo Instituto Fraunhofer Portugal, seja alargada a qualquer pessoa. O objectivo é que “ao entrar no centro comercial, o cliente possa saber quais as lojas que estão com promoções nesse dia, em que produtos e qual a percentagem de desconto”, indica José Cecílio. Segundo o investigador, o primeiro projeto-piloto vai decorrer em breve num centro comercial de Coimbra.
FONTE - NELSON GARRIDO  http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/investigadores-da-uc-criam-aplicacao-para-guiar-pessoas-cegas-atraves-da-voz-1675502

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

CEGOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Estudante da Patagônia cria aparelho que converte cor em sons para cegos

Jovem cria aparelho que ajuda cegos a identificarem cores

Apablaza desenvolveu um dispositivo portátil e de baixo custo que converte a cor (um conceito abstrato)

*imagem - foto colorida de um jovem, Mathias Apablaza, sentado junto um computador, uma tela e uma impressora, à sua direita, vestindo uma camiseta amarela de manga longa - fotografia da reportagem 

Matías Apablaza, 15, é um estudante do Instituto Tecnológico del Comahue, da cidade de Neuquén, na Patagônia. O adolescente, que é fã do inventor Nikola Tesla e dos físicos Albert Einstein, Isaac Newton e Max Planck, criou um equipamento que pode ajudar pessoas cegas a "enxergar" cores. 

Apablaza desenvolveu um dispositivo portátil e de baixo custo que converte a cor (um conceito abstrato) em sons associados. Cada cor seria representada por um som diferente.

O adolescente, que aprendeu a programar por conta própria vendo vídeos na internet desde os 9 anos de idade, buscou inspiração nos deficientes visuais de uma instituição que realiza trabalhos de macramé (técnica de tecer fios) e têm dificuldade para reconhecer as cores das linhas usadas. Os deficientes contaram a Matías Apablaza que os dispositivos existentes que distinguiam as cores eram muito caros e, portanto, inacessíveis para a instituição.

O jovem procurou então criar um equipamento pequeno, que coubesse no bolso da calça, e que fosse fácil de usar. Ele considerou ainda a possibilidade de alguns smartphones realizarem a conversão de cores para sons, tornando a máquina acessível a todos.

A invenção lhe valeu o primeiro lugar na primeira edição argentina do concurso da Feira de Ciência do Google. Com o prêmio no valor de US$ 1.000 (cerca de R$ 2.246), Matías Apablaza pretende aprimorar seu dispositivo.

No dia 22 de setembro, um vencedor global entre um grupo de 15 finalistas escolhidos, cujos nomes serão anunciados em agosto, será premiado com US$ 50.000, uma viagem para as Ilhas Galápagos e experiência no CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), no Google e no Grupo LEGO, além do livre acesso durante um ano aos arquivos digitais da "Scientific American" para a escola do vencedor.
fonte - http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=6&cid=205396

segunda-feira, 26 de maio de 2014

CEGOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Nova tecnologia espanhola ligada ao Google Grass ajudará deficientes visuais

Google Glass como aliado para deficientes visuais

Iniciativa da Universidade de Alicante poderá transformar o Google Glass é um novo aliado para os deficientes visuais.
1x1.trans Google Glass como aliado para deficientes visuais
(imagem - foto colorida de uma pessoa com o Google Glass acoplado diante de seu olho, com a câmera 3D, que fazem parte de um protótipo do aplicativo que utiliza as câmeras duplas do LG Optimus 3D Max. fotografia da matéria)

É sempre bacana conhecer novos projetos que envolvem tecnologia e acessibilidade, depois do lançamento do primeiro celular em braile que noticiamos aqui no ZUTI, surge mais uma iniciativa bem interessante pensado para os deficientes visuais.
Foi recentemente patenteada uma nova tecnologia para ajudar que os deficientes visuais possam detectar os obstáculos à frente deles, através de avisos de som e vibração, em um projeto que surgiu na Espanha. Este software foi desenvolvido pela Universidade de Alicante e está pronto para chegar para o Google Glass brevemente.
A vibração, bem como o som é o que o aplicativo utiliza a fim de alertar os usuários sobre os obstáculos. Esta tecnologia foi demonstrada através de um telefone, equipado com uma câmera 3D; o LG Optimus 3D Max para ser exato. De acordo com a Live Science, o app foi testado com sucesso em nove participantes deficientes visuais, que usavam o dispositivo em torno de seus pescoços.
Em termos de como funciona,  a câmera 3D apresenta duas lentes diferentes, uma entre elas é usada para a detecção de profundidade. Isso significa que ela pode calcular a distância entre o sujeito e um objeto específico na frente deles.
Desta forma, sempre que a câmera vê algo que é cerca de seis metros de distância, o telefone vibra ou emite um som de alerta. E se a pessoa continua se movendo para mais perto deste objeto, os sinais são intensificados, ajudando-os a mudar a direção facilmente.
Desde que foi demonstrado apenas em um telefone 3D, ainda será um longo caminho até a app se popularizar. Mas esse processo foi acelerado graças a Fundação Vodafone Espanha, que tinha oferecido os desenvolvedores um enorme subsídio para continuar sua pesquisa.
Para trazê-lo para o Google Glass para usuários deficientes visuais, algumas grandes modificações serão necessárias principalmente porque não há nenhuma configuração de câmera dupla neste dispositivo. Os fabricantes do app esperam poder lança-lo já em 2015
FONTE -http://www.zuti.com.br/google-glass-como-aliado-para-deficientes-visuais/

terça-feira, 20 de maio de 2014

CEGOS/ACESSIBILIDADE - Primeiro celular em Braille é lançado na Inglaterra

Celular com teclado em Braille começa a ser vendido no Reino Unido

A empresa britânica OwnPhone lançou um aparelho que diz ser o primeiro telefone em Braille a ser comercializado no mundo.
(imagem - foto colorida de diferentes cores do celular com o teclado em braille, vermelho, violeta, verde, azul, parte da customização e personalização dos aparelhos, cujas faces dianteira e traseira podem ser modificadas - foto da publicação)

Outros telefones em Braille já haviam sido inventados, mas a OwnPhone diz que o seu aparelho - cujas faces dianteira e traseira foram feitas em impressoras 3D e podem ser customizadas - é o único a ser colocado à venda.
Para deficientes visuais que não conhecerem a linguagem Braille, é possível imprimir letras e números em relevo no teclado.
O telefone por enquanto é vendido apenas no Reino Unido, por 60 libras (R$ 223). Segundo seu inventor, Tom Sunderland, a impressão das capas em 3D ajuda a baratear seu custo.
"A impressão é uma forma rápida e economicamente eficiente de criar botões personalizados em Braille", diz à BBC.

Personalizado

Em 2012, a OwnPhone havia lançado o primeiro telefone parcialmente feito com a ajuda de impressoras 3D. No ano seguinte, desenvolveu uma edição voltada para crianças, chamada 1stFone - um aparelho do tamanho de um cartão de crédito com botões programados para ligar para números pré-determinados.
O "Braille-fone" é baseado nesses aparelhos prévios, mantendo seu tamanho pequeno e seu design colorido.
"Ele pode ser personalizado com dois ou quatro botões em Braille, pré-programados para telefonar a amigos, parentes, colegas de trabalho ou serviços de emergência", explica Sunderland.
Apesar das inovações, a ideia não é completamente original.
A start-up indiana Kriyate construiu um protótipo de smartphone habilitado com a linguagem Braille e que usa comandos ligados à vibração do telefone para ajudar o deficiente visual.
Algumas dessas vantagens podem até ser substituídas por aplicativos, como o VoiceOver, da Apple, que tem um leitor de tela que permite ao usuário navegar pelo celular ouvindo o que está na tela.
FONTE - http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/05/140519_braille_fone_fn.shtml
http://www.bbc.com/news/technology-27437770
LEIAM TAMBÉM NO MEU BLOG INFOATIVO DEFNET - 

UMA LUZ NO FIM DO LIVRO http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2010/09/uma-luz-no-fim-do-livro.html

sábado, 11 de janeiro de 2014

CEGOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Aplicativo criado na Itália usa mitologia para ajudar na cegueira

[Aplicativo Arianna ajuda deficientes visuais a andar em ambientes fechados]
Projeto foi inspirado em um história da mitologia grega e criado na Itália
A vida de um deficiente visual não é fácil e num mundo cheio de telas pode parecer que tudo fica pior, mas na verdade existem centenas de aplicativos para smartphones que ajudam o acesso de deficientes visuais a todos os tipos de informações muito mais facilmente do que seria possível sem a tecnologia.
Aplicativo Arianna ajuda deficientes visuais a andar em ambientes fechados
(imagem - uma representação de uma via pública com piso tátil em verde, com círculo pintado de vermelho em torno de uma árvore, no campo visual à direita, com uma figura representativa de um homem cego em preto, no qual estão desenhados um celular , uma câmera, um sensor e uma onda esquematizada, como funcionaria o aplicativo para orientar e avisar à pessoa dos obstáculos, barreiras e objetos na calçada - de mobile expert)

Entre esses aplicativos e recursos podemos citar os livros em áudio, apps que reconhecem cores e utilizam a voz de uma assistente virtual, entre vários outros recursos de usabilidade que estão presentes em smartphones e tablets. Existem até mesmo aplicativos que dão instruções de direção, igual ao GPS, mas para os deficientes visuais nem todos cumprem a proposta tão bem como eles precisam. E além disso, sistemas de GPS não funcionam em ambientes fechados como casas e lojas.
 
Porém um solução criada por Pierluigi Gallo e pela Universidade de Palermo na Itália oferece ajuda na navegação em qualquer tipo de ambiente fechado e que não tem nenhum tipo de distração de áudio ou a necessidade de GPS. A ideia é surpreendentemente simples e se baseou na história da mitologia grega entre Ariadne e Teseu.
 
No mito, Teseu se oferece para matar Minotauro, que vive em um labirinto na ilha de Creta. Para ajudá-lo, Ariadne lhe dá uma espada e um novelo de linha para que ele solte o fio pelo caminho e depois de matar o monstro, consiga retornar do labirinto. 
 
A ideia do pessoal da Universidade de Palermo se aproxima da história e o aplicativo é chamado de Arianna, o nome Italiano para Ariadne e que também é uma abreviação para pAth Recognition for Indoor Assisted NavigatioN with Augmented perception. A ideia deles é fazer o mapeamento de uma rota por uma casa ou prédio utilizando fita adesiva colorida no chão.
 
Em um ambiente mapeado, o usuário aponta a câmera do celular para o chão e põe o dedo sobre a tela, o usuário precisa fazer um movimento com a câmera e então ele escaneia o caminho. Enquanto isso o aplicativo analisa os quadros produzidos pela câmera e detecta a linha conforme ela se move na tela. QR Codes colocados no chão podem dar ao usuário outras informações, como a localização de lugares como banheiros, bebedouros de água, lojas e assim por diante.
 
Eles já testaram o projeto em dezembro e disseram que funciona muito bem, porém já planejam algumas novidades para o futuro. Uma das ideias é usar linhas de infravermelho, que não são visíveis, mas que podem ser detectadas pelas câmeras dos smartphones. E esta sensibilidade ao infravermelho é atualmente um recurso sub-utilizados na maioria dos smartphones, como eles próprios apontam. 
 
Eles não disseram quando a ideia estará disponível nas lojas de aplicativos, nem quanto irá custar. A adoção desse tipo de recurso pode ser muito barata devido a larga adoção de smartphones e aparelhos disponíveis em várias faixas de preço. Além do aplicativo é necessário colocar as linhas em lojas e ambientes de uso comum, mas certamente não será algo caro.
fonte -TechnologyReview http://mobilexpert.com.br/apps/utilidades/materias/7144/aplicativo-arianna-ajuda-deficientes-visuais-a-andar-em-ambientes-fechados  (abaixo reprodução de uma mão em três momentos de moviemento do smartphone e a orientação espacial desenhada)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

CRIANÇAS/VIOLÊNCIAS - Aplicativo do "Projeta Brasil" ajuda a combater violência contra crianças e adolescentes

Aplicativo para celular contribui no combate à violência

“Proteja Brasil” está disponível para download na Apple Store e no Google Play

(imagem - foto colorida de uma criança com um casaco azul no canto direito tendo atrás dele uma "sombra" de uma mão, como simbolização de possibilidade de agressão ou violência contra essa criança - fotografia de ilustração da matéria na internet)

A parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Secretarias de Direitos Humanos (SDH) e Centro de Defesa da Criança e do Adolescente da Bahia (CEDECA) resultou na criação do “Proteja Brasil”, um aplicativo desenvolvido pela Ilhasoft para smartphones e tablets, que poderá ajudar os brasileiros no combate à violência contra crianças e adolescentes.
De maneira bem simples, o aplicativo apresenta informações sobre os tipos de violência e indica ao usuário os telefones e endereços de delegacias, conselhos tutelares e organizações daquele local que ajudam a combater a violência contra crianças e adolescentes nas principais cidades brasileiras. Nas demais localidades, é indicado o Disque 100. Para as denúncias feitas no interior, são oferecidos os telefones e endereços das Embaixadas e Consulados do Brasil.
O aplicativo “Proteja Brasil” está disponível para download na Apple Store e no Google Play.

Violência
A violência é caracterizada por qualquer situação que coloque em risco o desenvolvimento pleno da criança ou do adolescente, como o abandono, discriminação, agressões físicas e psicológicas, trabalho infantil, abuso e exploração sexual.
Diariamente, vários meninos e meninas sofrem essas violências dentro e fora de suas casas e a maioria dos casos nem chega a ser denunciado.
Para fazer a denúncia, use o Disque 100 ou procure uma delegacia, conselho tutelar ou organização de combate mais próxima. 

LEIAM TAMBÉM NO MEU BLOG INFOATIVO.DEFNET - 

UMA VIOLÊNCIA COTIDIANA E BANAL? A VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2013/06/uma-violencia-cotidiana-violacao-de.html


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

SURDOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Surdos tem novo aplicativo do ProDeaf para o Facebook

ProDeaf cria aplicativo para comunidade surda usar o Facebook 
Para atender ao grande público que ainda não tem smartphones, o ProDeaf - startup pernambucana especializada em tecnologia assistiva para facilitar a comunicação entre surdos e ouvintes - acaba de lançar o ProDeaf Web. Com isso, o primeiro tradutor online de Português para Língua Brasileira de Sinais (Libras) já pode ser utilizado gratuitamente em qualquer computador com acesso à Internet.

(imagem - um símbolo para representar a rede social de comunicação na Internet, com um globo terrestre de onde se ressaltam figuras coloridas, em vermelho, violeta, verde e azul, que tem balões de comunicação saindo de cada boneco)

O novo ProDeaf Web funciona em todos os navegadores de Internet. Para usar, basta ter uma conta no Facebook, acessar o link http://web.prodeaf.net e instalar o plugin indicado pela companhia. A partir daí, ao digitar uma palavra ou frase simples no local indicado, um personagem executa a tradução para Libras na tela do computador.

Dentre os recursos disponíveis no novo ProDeaf Web, o destaque fica por conta da possibilidade de compartilhamento de palavras ou frases em Libras, diretamente no Facebook - o que facilita a comunicação entre ouvintes e surdos e ainda favorece a divulgação do segundo idioma oficial do país.

A exemplo do ProDeaf Móvel - aplicativo para tablets e smartphones que já soma mais de 75 mil downloads -, o ProDeaf Web funciona com base em um dicionário de mais de 3.000 sinais. Dessa forma, além de traduzir as palavras digitadas, o sistema também permite consultar termos por ordem alfabética ou ainda por diversas categorias (animais, trabalho, alimentação, política etc.).

João Paulo Oliveira, CEO do ProDeaf, explica que o objetivo da empresa com o ProDeaf Web é alcançar o público que não consegue instalar o ProDeaf em seus celulares. "No Brasil, a maioria das pessoas ainda usa features phones; não smartphones. Por isso, recebemos pedidos diários solicitando uma forma de acessar as informações do ProDeaf de outra maneira, que não via celular", conta o executivo.

O desenvolvimento do ProDeaf levou dois anos e contou com a participação de 12 profissionais, incluindo designers, intérpretes, linguistas e programadores, liderados por Oliveira, pelo Chief Operations Officer Flávio Almeida, e pelo Chief Technology Officer da companhia, Amirton Chagas. O projeto contou ainda com a participação de colaboradores surdos das empresas do Grupo Bradesco Seguros. "A comunidade surda também atuou, nos fornecendo feedback para que chegássemos a este novo produto", explica.

Graças ao patrocínio do Bradesco Seguros, o novo ProDeaf Web é disponibilizado de maneira gratuita, assim como as demais versões do ProDeaf Móvel. O objetivo do Grupo Bradesco Seguros foi abraçar a causa da comunicação e da acessibilidade e ajudar os surdos na interação com as pessoas de seu círculo social.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 10 milhões de surdos no Brasil, e, deste total, 2,7 milhões não conhecem a Língua Portuguesa. Assim, o ProDeaf Móvel é útil, justamente para eliminar a barreira de comunicação que há entre ouvintes e surdos - especialmente entre pessoas do mesmo convívio social, como parentes e amigos.

Até agora, o ProDeaf Móvel, com versões para celulares e tablets baseados nos principais sistemas operacionais - Android, iOS e Windows Phone -, já foi baixado mais de 75 mil vezes. "Através da nova versão, via internet, podemos chegar a muito mais pessoas", afirma Oliveira. A expectativa da companhia é ter 50 mil usuários por mês na página do novo ProDeaf Web.
FONTE - http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=35195#.UmWfvPk3u2Y

sexta-feira, 10 de maio de 2013

CEGOS/FOTOGRAFIA - Criado um aplicativo (app) para auxiliar fotógrafos cegos

Cientistas criam programa de fotografia para deficientes visuais 

App ajuda os fotógrafos cegos tirar o snap perfeito

For visually impaired users, most smartphone camera apps leave something to be desired  <i>(Image: Victor Jori/Getty)</i>

*(imagem publicada - uma pessoa, uma mulher vista de costas, utilizando um celular e sua câmera para fotografar uma paisagem - (Image: Victor Jori/Getty)
As pessoas cegas e amblíopes podem agora aumentar suas habilidades de fotografia, graças a um aplicativo de câmera do smartphone que ignora os sinais visuais avistado pessoas tomam para concedido.
Dustin Adams e seus colegas da Universidade da Califórnia em Santa Cruz observou que as pessoas com deficiência visual querem ser capaz de tirar fotos e mostrá-las aos amigos - assim como ninguém faz. Mas pouca pesquisa existente no que ajuda as pessoas com problemas de visão tirar fotos melhores.
Assim, os pesquisadores entrevistaram 54 pessoas com idades entre 18 e 78 - alguns totalmente cego, alguns amblíopes e alguns com um grau de percepção de luz - sobre o que eles acham mais difícil de tirar fotos. Os resultados praticamente serviu como uma especificação para um aplicativo.
Um inquirido disse que sabendo como enquadrar um tiro foi um dos principais obstáculos: "Se eu estou em um grupo, eu costumo ter alguém me aconselhar sobre o posicionamento da câmera, mesmo se eu tirar a foto eu mesmo."
A pesquisa mostrou que, apesar de muitos smartphones já oferecem detecção de rosto e um recurso de acessibilidade útil que fala a função de botões da tela que você toque, muitos mais recursos são necessários para fazer um aplicativo de câmera adequada para os deficientes visuais.
Em vez disso, o aplicativo tira uma foto em resposta a um simples gesto de deslizar para cima. E se funde detecção de rosto e voz a acessibilidade apresenta para que o telefone fala em voz alta o número de rostos detectados, ajudando o usuário obter todos na foto. Sinais de áudio ajudar a tirar o assunto principal de um tiro no quadro e em foco.
O resultado levou à criação de um aplicativo que utiliza o deslizamento do dedo na tela do celular para fotografar e, com detecção facial, conta e avisa quantas pessoas estão aparecendo no enquadramento do retrato. O sistema também é capaz de ajudar no foco.
Assim como o modo de câmera do aplicativo é ligado, o telefone também começa a gravar 30 segundos de arquivo de áudio que pode ser reiniciado a qualquer momento com um duplo toque na tela. Isto é para ajudar com foto organizar e compartilhar - e é usado como um aide-mémoire de quem está na foto. O usuário pode optar por salvar o arquivo de som, juntamente com a data ea hora e os dados de GPS que é traduzido em áudio dando o nome do bairro, distrito ou cidade a foto foi tirada dentro
A equipe de UC Santa Cruz vai revelar os resultados dos inquéritos completos e detalhes os recursos do app nas Conferências sobre Tecnologias Assistivas em Rhodes, na Grécia, no final deste mês.