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domingo, 29 de março de 2015

PARALISIA CEREBRAL/SUPERAÇÃO - Irmão de Lewis Hamilton, Nicolas prova sua habilidade no automobilismo

O outro campeão Hamilton que desafia os limites da paralisia cerebral


Irmão mais novo do piloto de Fórmula 1 decidiu, há quatro anos, tentar a sua sorte no automobilismo, inspirado pelas proezas de Lewis. Agora vai estrear-se no Campeonato Britânico de Turismo.
O outro campeão Hamilton que desafia os limites da paralisia cerebral

(imagem - foto colorida da matéria, pela Reuters, com os irmãos Hamilton, dentro de um espaço de fórmula 1 do automobilismo, com Lewis Hamilton, negro, de blusa clara, com seu irmão em cadeira de rodas, com blusa cinza escuro, sendo empurrado por ele, o jovem Nicolas Hamilton)

Quando Lewis Hamilton, em 2008, garantiu a conquista do seu primeiro título mundial de Fórmula 1, alcançado no Grande Prêmio do Brasil, apressou-se a abraçar um fã muito especial que o esperava junto às boxes do circuito de São Paulo. Era o irmão, Nicolas, sete anos mais novo. Mas Lewis não se limitou a dar uma alegria ao irmão: a partir daquele momento também passou a ser uma inspiração.
"Decidi que queria ser como ele. Diferente, mas queria ser como ele. A minha própria versão", explicou, mais tarde, Nicolas, num documentário da BBC. Nic, como é carinhosamente tratado pelo irmão, completa hoje o 23.º aniversário e prepara-se para fazer história no Campeonato Britânico de Turismo (BTCC): vai disputar cinco das dez etapas, ao serviço da AmD Tuning, e será o primeiro piloto com paralisia cerebral da história da competição.
fonte - http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=4480824

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

DOENÇA RARA/MULHERES - Britânica com Osteogênese prova como ''quebrar'' preconceitos e se torna mãe

PARA QUEBRAR PRECONCEITOS - Britânica com 'ossos de vidro' atinge objetivo de ser mãe após 200 fraturas 
Uma mulher que sofreu mais de 200 fraturas ósseas na vida, por ter uma doença rara, conseguiu realizar o sonho de virar mãe.
Marie-Ann Andrews. Foto: BBC
(imagem - foto colorida de Marie-Ann Andrews, à esquerda, onde aparece a ponta do controle de sua cadeira de rodas motorizada, segurando no colo carinhosamente seu filho, Mark, recostada em um sofá, fotografia da BBC)

Marie-Ann Andrews, da cidade britânica de Milton Keynes, tem um mal conhecido como "doença do osso de vidro" ou osteogênese imperfeita
A osteogênese imperfeita impediu que ela crescesse mais que 1,2 metro, já que seus ossos estavam sempre quebrando. Seu irmão mais novo sofria da mesma doença. Ele morreu aos 9 anos de idade, após uma queda acidental.
Ela disse que quando estava na adolescência decidiu que pararia de sentir pena de si mesma e escreveu uma lista de metas.
Com o tempo, ela conseguiu atingir todas as metas que perseguiu – inclusive a de ser mãe.

'Fazer o melhor que posso'

"Eu podia desistir de tudo, ou tentar fazer o melhor que posso com o corpo que tenho. É como eu encaro as coisas", diz.
"Quando eu era criança, eu tinha a mesma aparência das demais. Foi apenas quando comecei a crescer mais rapidamente que os ossos começaram a quebrar, e fiquei mais deformada, e fiquei com uma aparência diferente."
Havia 50% de chances de seu filho, Mark, herdar a doença da mãe, mas a criança de dez meses de idade ainda não apresentou nenhum sintoma. Seu marido não tem a doença.
"Com dez meses, ele já consegue erguer o corpo sozinho. Eu não consigo levantá-lo sozinha, e acho que ele sabe disso. Ele sabe que há coisas que a mãe dele não consegue fazer."
A mãe de Marie-Ann Andrews morreu há mais de um ano, e a britânica precisou contratar uma assistente para ajudar a família com as tarefas do dia a dia.
FONTE - http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/02/140214_ossos_vidro_mae_dg.shtml
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AS SEXUALIDADES NÃO SÃO "DEFICIENTES"... http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2011/08/as-sexualidades-nao-sao-deficientes.html

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PARALISIA CEREBRAL/INCLUSÃO - Homem curitibano relata sua história de superação e inclusão escolar

HOMEM COM PARALISIA CEREBRAL CONTA A SUA HISTÓRIA ( E SUPERAÇÃO DE BARREIRAS)

(imagem - foto colorida de um  homem em uma cadeira de rodas motorizada, e uma rua da cidade onde mora, Curitiba, vestindo uma calça azul claro e uma blusa azul escuro, com pessoas caminhando atrás dele, totalmente independente, caso as calçadas sejam acessíveis, e nosso olhar não seja piedoso - fotografia de Gerson Khaina, matéria de Giselle Ulbrich)

Ser uma pessoa com uma paralisia cerebral (que não é um "portador" e sim um cidadão com deficiência física -informa o DefNet), é uma sentença para se levar a vida inteira dependente e sem conquistas próprias? Certo? Errado!

Para o contador  Mauro Sérgio Langoswski, de 37 anos, a afirmação é totalmente falsa e prova isto contando a sua história. Ele não só estudou, conquistou sua casa própria e se formou bacharel em Ciências Contábeis como ganhou o 2º lugar num prêmio científico do Conselho Estadual de Contabilidade.

Mauro tem paralisia cerebral de nascença, por problema de parto. Ele conta que viveu 21 anos em casa, numa colônia polonesa em Colombo, sob os cuidados da família, até que conheceu um grupo de amigos com deficiência. Os amigos lhe mostraram que a vida de uma pessoa especial pode ter novos horizontes e o estimularam a estudar. Através do curso supletivo, fez os ensinos fundamental e médio,e , no dia que pegou o diploma, já tinha sido aprovado no vestibular na Facinter para o curso de Ciências Contábeis. Fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)  e conseguiu bolsa de estudos para custear a faculdade.

Por causa da deficiência Mauro tem problemas na fala e anda de cadeira de rodas. Mas recebeu o apoio e o carinho de muita gente. Fez trabalhos e provas orais e, depois de quatro anos e meio de muita batalha, se formou com louvor no dia 30 de abril.  Tirou nota 9,6 no seu trabalho de conclusão de curso (TCC), o que levou a coordenadora do curso, Viviane da Costa Freitag,  a inscrever o trabalho no prêmio anual do Conselho Estadual de Contabilidade. O trabalho ficou tão bom que Mauro ficou entre os 20 finalistas e conquistou o segundo lugar.

DIFICULDADES
Mauro nunca andou e depende de cadeira de rodas para se locomover. Na época em que ainda fazia faculdade, apesar de já ter comprado sua casa na Tatuquara, teve dificuldades para andar nas ruas esburacadas e sem asfalto, o que resultou na quebra de algumas cadeiras. Para evitar o deslocamento tão longo e os consertos e compras de novas cadeiras, conseguiu um quarto na casa do estudante universitário (CEU) , onde morou até o final do curso universitário.
Mauro se orgulha de fazer quase tudo sozinho. As poucas coisas que ele não consegue fazer são comer sozinho, escrever usando caneta,  e fazer a barba. "O resto eu faço tudo sozinho sem a ajuda de ninguém", disse o contador.
fonte - http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/706490/?noticia=HOMEM+COM+PARALISIA+CEREBRAL+CONTA+SUA+HISTORIA

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FREUD E A "INVENÇÃO" DA PARALISIA CEREBRAL http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2010/09/freud-e-invencao-da-paralisia-cerebral.html

terça-feira, 12 de novembro de 2013

PARALISIA CEREBRAL/UNIVERSIDADE - Jovem concluirá curso de História na UEG com a ponta do nariz

Jovem com Paralisia Cerebral escreve livro e vai se formar em faculdade

Estudante de 27 anos concluirá curso de história em dezembro, na UEG.
Sem coordenação motora, ela digita com a ponta do nariz, em Goianésia.


Jovem com paralisia cerebral consegue se formar na faculdade em Goianésia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
(imagem- foto colorida de uma mulher, jovem, sorridente, com outra mulher ao seu lado (sua colega de estudos universitários), na Universidade Estadual de Goiás. Ela se chama Lívia e está em uma cadeira de rodas,  pois VIVE E SUPERVIVE COM  PARALISIA CEREBRAL,com uma bolsa amarela sobre sua blusa vermelha, fotografia da matéria reprodução/TV Anhanguera)
Uma jovem de 27 anos é exemplo de superação em Goianésia, a 198 quilômetros de Goiânia. Lívia Barbosa Cruz tem paralisia cerebral e está se formando em história na Universidade Estadual de Goiás. A jovem, que mexe apenas com a cabeça e fala com dificuldade, concluirá o curso no próximo mês e já se prepara para conquistar novos objetivos: "Quero publicar um livro que estou escrevendo e fazer uma pós-graduação".
Lívia teve paralisia cerebral ao nascer e não desenvolveu a coordenação motora. Sem dominar as mãos, ela precisou encontrar outra forma de escrever a monografia e o livro: digitar com a ponta do nariz e o queixo. O irmão Jeferson Barbosa Cruz, de 22 anos, ensinou o básico sobre o computador e ela, sozinha, aprendeu a mexer no Twitter e Facebook. A estudante gosta de usar as redes sociais para se comunicar com os amigos e com os primos que moram em outras cidades.
Em entrevista ao G1, pelo Facebook, a jovem conta que chegar até o fim do curso não foi fácil. Além de ter os movimentos do corpo limitados, também sofreu preconceito. "Tive problemas, mas venci e hoje estou muito feliz", comemora a estudante que escolheu a inclusão no ensino superior como tema para a monografia.

Professora do curso de história, Edilze de Fátima Faria elogia a aluna. "A deficiência física não afeta a inteligência dela. Ela é muito esforçada. Ela mora longe da universidade e vem todos os dias em uma cadeira [de rodas]. É um exemplo de vida", diz.
"Viciada em livros", como a própria Lívia diz, ela agora está escrevendo o seu próprio romance. A jovem adianta que o trabalho está em fase de conclusão e contará a história de amores platônicos. Segundo ela, a obra é baseada em fatos reais, tanto de casos que ela tomou conhecimento quanto dela mesma. "Quem nunca amou em segredo?", questiona.
Apoio
Para realizar o sonho de fazer um curso superior, Lívia contou com a ajuda de algumas pessoas. O apoio principal vem da mãe, Cleones Barbosa dos Santos, de 43 anos, que desde 2009 leva a filha todos os dias para a universidade.
De segunda a sexta-feira, Cleones anda cerca de três quilômetros a pé, no caminho de ida e volta para a UEG, empurrando a cadeira de rodas da filha. Enquanto Lívia assiste aula, ela espera do lado de fora. Para passar o tempo, faz bordados e crochê. Para a mãe, todo o esforço valeu a pena: "Eu não tenho palavras para dizer o que sinto. Ela conseguiu mostrar o valor dela".

Cleones conta que ficou grávida de Lívia aos 16 anos e parou de estudar no terceiro ano do ensino fundamental. Mas, ao ajudar a filha, acabou aprendendo e hoje até se expressa melhor. "Ela sempre gostou de ler e se interessou pelos estudos. Às vezes eu copiava a tarefa para ela e fui aprendendo. Tenho formação em ser mãe", diz. A filha retribui a dedicação da mãe: "Sem ela seria impossível chegar onde estou hoje".
Antes da faculdade, ela contou com o auxílio do irmão. Era Jeferson quem levava a irmã para a escola. "Estudávamos juntos até o terceiro ano do ensino médio", conta a universitária. Os dois tentaram o vestibular, mas só Lívia seguiu em frente.

No ensino médio, Lívia descobriu a paixão pela história nas aulas de Valdelice Camilo, sua grande incentivadora e também professora na UEG. Na universidade, a estudante também destaca as aulas do professor Paulo Bernardes.
Professora de apoio
Quando Lívia conseguiu a aprovação no vestibular, o campus da UEG de Goianésia precisou fazer algumas adequações para recebê-la. A sala de aula foi transferida do primeiro andar para o térreo a universidade teve de contratar uma professora de apoio.
A contratação da docente especial foi a parte mais difícil, segundo a mãe de Lívia. A jovem precisa da professora de apoio para sentar ao lado dela e copiar o conteúdo nos dias de trabalho. "Foi um trabalhão danado para conseguir, porque não tinha esse cargo lá. Mas a direção conseguiu contratar uma professora de Libras e conciliar os horários para que ela pudesse atender a Lívia", relata Cleones.
fonte - http://g1.globo.com/goias/noticia/2013/11/jovem-com-paralisia-cerebral-escreve-livro-e-vai-se-formar-em-faculdade.html  (Veja matéria da TV nesse link)
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UM MUNDO PARA VOAR 

http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2009/12/um-mundo-para-voar.html

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

CÂNCER/SUPERAÇÃO - Quando a autoestima enfrenta o Câncer de Mama - OUTUBRO ROSA

Blogueira faz sucesso com dicas de beleza para pessoas com câncer

Uma britânica de 23 anos, diagnosticada com câncer de mama, ganhou sucesso na internet com um blog em que dá dicas de dicas de beleza para pessoas que enfrentam a mesma doença.
Laura Cannon (arquivo pessoal)
(imagem - foto colorida de Laura Cannon, uma mulher britânica olhando para a câmera no momento do corte de seu cabelo, como o modelo moicano, antes de raspar devido à quimioterapia - fotografia de arquivo pessoal )

O blog de Laura Cannon, CliqueLaura Louise and her Naughty Disease, já tem mais de 150 mil seguidores. Nele, além de dar conselhos sobre como ficar bonita, ela fala sobre o seu tratamento.

Cannon passou por quimioterapia e uma mastectomia dupla e diz que queria ajudar outras jovens com a doença, ao mesmo tempo que tornava sua batalha "o mais divertida possível".
Ela foi diagnosticada com câncer de mama no dia 22 de novembro do ano passado e logo depois começou a escrever o blog.

As postagens incluem fotos dela cortando o que cabelo após o início da quimioterapia, quando ela já estava começando a ficar careca.
"Eu fiz diferentes estilos de corte, inclusive um moicano", lembra.
"Eu queria olhar para o que aconteceu e rir, e não ter a lembrança de um dia triste."

'Ponto de vista positivo'

Agora seu cabelo já cresceu de volta, e ela tem escrevido sobre maquiagem no blog.
"Foi um dia muito bom, pude passar delineador e rímel", disse ela. "É algo que eu sentia falta quando não tinha cílios."
Outras postagens lidam com o lado grave dos efeitos da doença.

"Quando eu fui diagnosticada fiz uma pesquisa na internet e percebi que não havia muita coisa escrita para pacientes jovens com câncer, por isso quis escrever algo para elas."
"Foi libertador, e foi muito bom ser honesta e contar a história a partir de um ponto de vista positivo", disse Cannon.

"Houve momentos em que eu não estava (otimista), mas eu queria abordar o problema de forma positiva."

Terapia
Formada em biologia, Cannon adora fazer compras pela internet e disse que o blog tem sido uma terapia para ela.
"É algo para se concentrar, uma boa distração."

O retorno que ela recebe dos leitores do blog tem sido positivo, inclusive quando ela fala sobre os altos e baixos de seu tratamento. Em postagens recentes, Cannon está refletindo sobre as próximas cinco semanas que enfrentará de radioterapia.

"Sendo honesta, a única coisa que está me incomodando sobre isso é o fato de que não vou poder tomar um banho quente durante, e um pouco depois, do tratamento. "

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EU, VOCÊ, NÓS E O CÂNCER. http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/07/eu-voce-nos-e-o-cancer.html

domingo, 11 de agosto de 2013

NANISMO/ESPORTES - Atletas paralímpicos trazem medalhas de ouro para o Brasil no halterofilismo

Atletas brasileiros voltam com ouro do Mundial de Anões

(imagem - foto colorida dos atletas com nanismo, com três homens a partir da esquerda, e uma mulher à direita, estão vestindo roupas atléticas em verde amarelo, com verde predominando no ambiente e nas suas roupas, tendo nas camisetas regatas os números; abaixo da palavra Brasil, em mais esta prova paralímpica)

A cada quatro anos, centenas de atletas de todo o mundo se reúnem em um único evento para vencer outros competidores e quebrar o próprio recorde, seja na natação, no basquete ou no tênis de mesas.

A diferença do evento que se encerrou neste sábado em East Lansing, no estado americano de Michigan, para uma Olimpíadas ou jogos regionais é que todos os atletas participantes tinham baixa estatura
.
Os Jogos Mundiais de Anões são o principal evento para atletas portadores de nanismo do mundo. Em sua sexta edição, ele reuniu mais mais de 500 atletas, vindos de 25 países - inclusive do Brasil, que participa pela primeira vez do evento e cuja a delegação era formada por quatro halterofilistas.

Todos eles voltam ao país com medalhas de ouro penduradas no pescoço. Luciano das Chagas Dantas, de 34 anos, ficou em primeiro lugar não apenas na sua categoria (67kg), mas também na classificação geral.
"Adorei a experiência de ter participado dos Jogos. Conviver com os outros atletas foi algo que superou minhas expectativas. Também fiquei muito feliz com a minha performance na competição, já que superei minha melhor marca pessoal", disse Luciano à BBC Brasil.
Ele foi o atleta que conseguiu levantar a barra mais pesada da competição: 145 quilos. Sua marca anterior até então era de 10 quilos a menos. Sem nunca ter praticado outro esporte, ele entrou para o halterofilismo em 2004, a convite de um outro atleta.
Desde então ele treina no Clube Desportivo para Deficientes de Uberlândia, em Minas Gerais, assim como os outros 3 atletas que participaram dos Jogos.
Considerado uma das apostas dessa modalidade, Lucas Elias Tavares tem apenas 17 anos e treina halterofilismo desde os 15. Além da medalha de ouro em sua categoria (60kg), ele só trouxe boas lembranças do Mundial, especialmente do convívio com outros atletas.
"A gente enfrenta preconceito na sociedade. Mas no esporte isso não acontece. Quando estou treinando ou competindo, tenho todo o apoio", disse.
Além de Lucas e Luciano, também participaram Maria Rizonaide da Silva, na categoria 48 quilos, e Erinaldo Ferreira de Lima, que ficou sem sexto lugar na colocação geral e em primeiro na sua classe, a de até 52 quilos.
As marcas que cada um dos atletas atingiu no Mundial agora podem ser usadas em rankings internacionais, inclusive para o treinamento visando classificação nas próximas Paralimpíadas.

'Férias da vida real'

Apesar de não ser atleta, ao acompanhar as competições deste ano o colaborador da BBC Simon Minty teve uma impressão parecida com a de Lucas sobre o preconceito.
"Óbvio que o propósito principal dos Jogos é a competição em si. Mas não há dúvida de que há outros benefícios, como a chance de encontrar outras pessoas e apenas ser quem você é", escreveu Simon em um artigo para a BBC.
"É ótimo falar com os outros olhando na mesma linha dos olhos. Não ter de ficar explicando tudo, nem ter pessoas te encarando o tempo todo... é como ter férias da vida real."
Ele afirma, no entanto, que nem tudo gira em torno de gentilezas. "A competição é severa e os atletas são dedicados, treinam duro, se sacrificam e lutam para conseguir patrocínio. Muitos competem em várias modalidades."
Minty conta que gostou tanto da experiência que pretende participar do próximo Mundial de Anões, mas dessa vez como atleta.
Ele tem quatro anos para escolher qual esporte pretende se dedicar: futebol, natação, tênis de mesa, vôlei, atletismo, tiro, halterofilismo, arco e flecha, badminton, basquete, hóquei ou curling.

terça-feira, 28 de maio de 2013

SÍNDROME DE DOWN/INCLUSÃO ESCOLAR - Jovem curitibana com Down ganha prêmio em concurso de redação

ALUNA COM SÍNDROME DE DOWN GANHA PRÊMIO EM CONCURSO DE REDAÇÃO

Menina tem 11 anos  e estuda em escola particular de Curitiba.  Ela ganhou um prêmio especial na categoria  superação.

Uma estudante com Síndrome de Down de uma escola particular de Curitiba venceu um concurso nacional de redação infantil. Com o apoio dos professores e dos colegas de classe, Camila Manzolli, de 11 anos, redigiu um texto sobre a própria história.

"Foi um processo bem difícil, mas foi bem legal trabalhar com ela. Eu ia levantando algum tema, mas ela mesma construía as frases e no final ficou bem bacana a história", explica a professora Giovana de Bassi. Dentre os assuntos descritos na redação, Camila fez questão de lembrar quando ganhou uma medalha de ouro nas paraolimpíadas na categoria de ginástica. O texto surpreendeu os organizadores do concurso, que criaram um prêmio específico para a garota na categoria superação.
O troféu foi entregue durante uma solenidade no Museu de Arte Moderna, em São Paulo. A mãe, Liziane Manzolli, contou que se sentiu orgulhosa da filha após mais uma conquista. "É muita emoção, eu jamais imaginaria", afirma a mãe, que completa e diz que o reconhecimento é só o começo das conquistas que ainda estão por vir. Quando crescer, Camila conta que quer ser professora.
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CARTA A UM JOVEM COM SÍNDROME DE DOWN NA UNIVERSIDADEhttp://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/02/carta-um-jovem-com-sindrome-de-down-na.html

quinta-feira, 23 de maio de 2013

SÍNDROME DE DOWN/UNIVERSIDADE - Jovem baiana é diplomada em Biologia na Bahia (a conquista de uma vitória)

Baiana com Síndrome de Down é a primeira a concluir universidade no estado
Colação de grau está marcada para a próxima quinta-feira (23), em Vitória da Conquista
Amanda, Bahia (Foto: Arquivo Pessoal)
(foto de arquivo pessoal - e do convite de formatura de Amanda)

A jovem Amanda Amaral Lopes, de 24 anos, é a primeira pessoa com Síndrome de Down da Bahia a concluir curso de nível superior. A colação de grau está marcada para a próxima quinta-feira (23), em Vitória da Conquista. “Sonhar é preciso. "É só acreditar que um dia o sonho se transforma em realidade". Este é um dos trechos da mensagem do convite de formatura da estudante que será diplomada em Biologia pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC). 

E a universitária já faz planos para o futuro. “O que quero é atuar na área de pesquisa científica, me especializar em genética”. Determinada a jovem promete alçar voos mais altos. “Sonho em trabalhar com Zan Mustacchi”, revela, referindo-se a um dos médicos geneticistas mais reconhecidos no Brasil e que atende pacientes com down há mais de 30 anos.

A estudante não é a primeira pessoa com Síndrome de Down a concluir um curso de nível superior no país. No ano passado, o paulista João Vitor, de 26 anos, colou grau no curso de Licenciatura em Educação Física, em Curitiba, e em 2009 ele concluiu o bacharelado na mesma área. 

Preconceito

Na Bahia, a Serdown, associação que reúne pais de pessoas com a síndrome, promove ações que facilitem o desenvolvimento afim de incluí-las na sociedade. Para o auditor José Raimundo Mota, pai de uma garota com down, a sociedade não pode mais enxergar a síndrome como uma doença. “As pessoas com down devem ser vistas como outras tantas que se vê nas ruas, nos shoppings, nos parques”

Para Amanda, que também já sofreu e ainda sofre preconceitos, o mais importante é nunca desistir de seus objetivos. “Se você ouvir um não, deve sempre seguir em frente


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CARTA A UM JOVEM COM SÍNDROME DE DOWN NA UNIVERSIDADE http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/02/carta-um-jovem-com-sindrome-de-down-na.html

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SÍNDROME DE DOWN/LIVRO - Histórias de pessoas com Síndrome de Down são contadas em livro

Livro sobre síndrome de Down tem depoimento de jovem pernambucano

Lançamento da obra acontece nesta sexta (3), na Faculdade Santa Helena.
Bruno Fernandes, de 21 anos, escreveu o capítulo do livro sobre ele próprio.


Histórias de pessoas com síndrome de Down inspiraram o professor universitário Leonardo Gontijo a organizar o livro "Quer saber? Eu vou contar”, que será lançado nesta sexta-feira (3) no Recife. A obra traz 54 depoimentos de especialistas, parentes e amigos de pessoas com Down do Brasil e de Portugal. O lançamento acontece na biblioteca da Faculdade Santa Helena, no bairro da Madalena, às 10h desta sexta (3). O caso do pernambucano Bruno Ribeiro Fernandes, de 21 anos, é contado ao longo de um capítulo do livro.
Universitário, escritor, fotógrafo, dançarino, é assim que o jovem com Down ocupa seus dias e prova à sociedade que é um cidadão comum, sem dar espaço ao preconceito. Mas o início foi difícil para a família de Bruno. Os pais descobriram que ele tinha a síndrome poucas horas depois do nascimento dele.
O primeiro momento é um susto, mas depois a gente corre atrás, a gente busca os diversos caminhos, como estimulação precoce, tratamento fisiológico, fisioterápico, ecoterapia, todos esses caminhos são percorridos. Depois, entra na escola inclusiva”, explicou a mãe de Bruno, Helena Guimarães.
Ao nascer, os médicos disseram que Bruno não passaria dos cinco anos de idade. Mas à medida que ele foi crescendo, a capacidade de se comunicar só evoluía. Hoje ele cursa o terceiro período do curso de Turismo. Tanta determinação que a coordenadora da graduação, Annara Perboire, já imagina como será o futuro do aluno. “A gente se apaixona por ele, pela forma como ele lida com a gente, isso é essencial na atividade turística”, disse.
Bruno é um dos homenageados no livro de Leonardo Gontijo. Mas a história dele foi contada de forma diferente. A facilidade de ler e escrever o ajudou e ele mesmo pôde transmitir por meio das letras tudo o que viveu. “No começo eu não sabia o que dizer, mas fui me soltando e [as palavras] saíram com mais facilidade, de acordo com o que eu sentia”, explicou Bruno.
E LEIAM OS MEUS TEXTOS SOBRE SÍNDROME DE DOWN NO BLOG INFOATIVO.DEFNET - 

NÃO SOMOS ANORMAIS, SOMOS APENAS CIDA-DOWNS....http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/03/nao-somos-anormais-somos-apenas-cida.html

segunda-feira, 18 de março de 2013

MULHERES/DEFICIÊNCIAS - Uma mãe em cadeiras de rodas revela como cuida de seu bebê

Mãe cadeirante conta como cuida de bebê
Cuidar de um bebê pode ser um desafio para uma mãe cadeirante, mas Laura Miller descobriu que com apoio e boas ideias pode até ser divertido.
Foto: DPN
(imagem - foto colorida da Sra. Miller em sua cadeira de rodas segurando seu filho Jonathan)
Miller sofre de fibromialgia e encefalomielite miálgica. Ela vive em Glasgow, na Escócia, com o marido e o filho, Jonathan, de 13 meses, e contou à BBC como cria a criança.
"Eu faço a maioria das coisas sentada", diz Miller, que pode mover-se de sua cadeira para o chão e se deslocar sobre as mãos ou de joelhos para cuidar do filho. Mas já que ela não pode ficar em pé para carregar o bebê no colo, ela precisou encontrar outras formas levar Jonathan aonde ele quer.
Na hora de dormir, Laura desliga todas as luzes, exceto a do quarto da criança, para atraí-lo até seu berço. Às vezes, rastejando ao redor da casa com ele, usa um brinquedo barulhento para chamar a atenção e fazer com que Jonathan a acompanhe.
Ela se define como "mãe engatinhadora" e não tem dúvidas sobre quem é mais rápido: Jonathan, como evidenciam alguns hematomas nos joelhos da mãe.
Miller acredita que seu filho não se importa de não ser levado no colo, porque ela consegue fazer com que o deslocamento entre áreas da casa seja divertido.
Além do mais, ela o coloca no colo quando está sentada.
Em sintonia'
"As crianças entram em sintonia com o que você faz. Ele corre até o pai para que ele o coloque no colo. Mas não faria isso comigo."
Para sair, Jonathan Miller pega "uma carona" com a mãe. Quando ela está se arrumando para sair, chama o filho para perto da cadeira de rodas e o coloca no colo. Em seguida, usa um carregador de bebês amarrado ao corpo, no qual Jonathan viaja confortavelmente enquanto está fora de casa.
Miller diz ter certeza de estar "super preparada" para qualquer situação que surja, e acredita que desenvolveu uma enorme capacidade de improvisar para resolver todo tipo de impedimentos e problemas. "Esta é uma propriedade única de pais com deficiência", diz ela.
"Então, precisamos do apoio e encorajamento de outros pais, porque, obviamente, pode ser desgastante. Precisamos de pessoas que nos estimulem e deem ideias."
Para Miller, este apoio vem da Rede de Pais com Deficiência (DPN, na sigla em inglês). A "mãe engatinhadora" garante que esta organização ensinou estratégias que ela usa e outros exemplos do que chama de "maternidade alternativa".
"Espero que, com o tempo, as competências e a força de pais com deficiência sejam mais respeitadas", escreveu Miller no site da DPN. "Precisamos valorizar o trabalho duro que fazemos em família para agir como uma equipe".
"Ao mesmo tempo, também precisamos reconhecer e proteger nossas vulnerabilidades e necessidades."
FONTE- BBC - http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130318_cadeirante_rp.shtml
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UMA PRECIOSA HISTÓRIA? NÃO, UM HISTÓRIA DURA http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2010/02/uma-preciosa-historia-nao-um-historia.html


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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

SÍNDROME DE DOWN/ESPORTES- A superação com ajuda de atividades esportivas

Pessoas com Down superam limites com ajuda do esporte
Humberto é professor de natação e já ganhou várias competições. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
(imagem - foto colorida com uma pessoa com síndrome de down, o educador e nadador Humberto Suassuna com muitas medalhas na beirada de uma piscina)

Através do esporte, você consegue superar as limitações”. Mais do que promessa ou poesia, essas palavras são uma constatação. A história de Humberto Suassuna, que passou por cima das restrições da síndrome de Down para construir não só uma carreira, mas também o amor próprio com que combate o preconceito que ainda lhe afeta. Aos 32 anos, o nadador e educador físico põe abaixo a desconfiança sobre a capacidade das pessoas com deficiência e serve de exemplo a quem busca, na atividade esportiva, mais saúde para o corpo e a mente.

Bruna Cavalcanti, 21, pratica caratê há quatro anos com uma equipe montada pela ONG Integrarte, dedicada a pessoas com Down. “Pratico uma vez por semana. Isso faz parte da minha vida. Tenho muitos amigos lá”, diz Bruna, que se interessou pela modalidade depois de ver o treinamento de colegas da antiga escola. Desde então, só evoluiu. “Ela ficou mais comunicativa, independente e responsável. Isso tem a ver com a disciplina”, afirma a mãe, a autônoma Maria Helena Cavalcanti, 49.

O professor João Marcelo Rodrigues, 33, comanda uma turma de caratê com 45 jovens com Down. Ele ressalta os benefícios psicológicos e sociais do esporte. “Há uma real inclusão, uma aproximação das pessoas”, afirma. 

Professora de educação física adaptada da UFPE, Vanira Maria Laranjeiras acrescenta que pessoas com Down se beneficia de atividades físicas como quaisquer outras. Não há modalidades contraindicadas. “A exceção é quando a avaliação médica constata uma instabilidade na região cervical alta, entre a primeira e a segunda vértebra. Então evitamos alguns exercícios de contato ou mais impacto”, explica a professora, que é coordenadora do Programa de Iniciação ao Desporto Especial (Pró-Nide) da UFPE.

FONTE - http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2013/02/24/interna_vidaurbana,424965/pessoas-com-down-superam-limites-com-ajuda-do-esporte.shtml

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NÃO SOMOS ANORMAIS, SOMOS APENAS CIDA-DOWNS....http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/03/nao-somos-anormais-somos-apenas-cida.html

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

DEFICIÊNCIAS/SUPERAÇÃO - Com os pés é possível até voar?

Jovem sem braços aprende a pilotar e dirigir com os pés

Um raro defeito congênito fez com que a americana Jessica Cox nascesse sem os braços. Mas a deficiência não a impede de viver a vida intensamente.

(PARA ALÉM DOS ESTIGMAS, DO HEROÍSMO, DAS MITIFICAÇÕES E DOS PRECONCEITOS SOBRE AS DEFICIÊNCIAS - infoativo.defnet)

Foto: BBC

(imagem - foto colorida de uma jovem norte americana, JESSICA, que está dirigindo seu carro com os pés)
Na verdade, Jessica, aos 30 anos, já experimentou e conquistou mais coisas do que muita gente ao longo de toda uma vida.
Ela consegue dirigir, pilotar aviões e tocar piano - tudo com seus pés.
Em 2012, Jessica se casou com Patrick, seu ex-professor de Taekwondo (arte marcial em que ela é faixa preta). O casal vive em Tucson, Arizona.
Atualmente ela viaja o mundo como palestrante motivacional, usando sua própria vida como exemplo. Neste mês ela visitará a Etiópia, para ajudar a promover os direitos de PESSOAS COM deficiências.

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MURDERBALL: QUANDO AS CADEIRAS DE RODAS SE CHOCAM... EM NÓS http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2010/06/murderball-quando-as-cadeirasde-rodas.html