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quinta-feira, 28 de julho de 2016

PARALISIA CEREBRAL/TECNOLOGIAS - Exoesqueleto ajuda a detectar danos a crianças precocemente

Exoesqueleto robótico ajuda a prevenir Paralisias Cerebrais 

(Paralisia cerebral Não é Doença -DefNet) 


(imagem publicada - foto da publicação do Olhar Digital, com uma criança em um exoesqueleto, ou seja, um aparato robótico que se prende ao corpo e à cabeça da criança, que controla seus movimentos e os analisa através de conectores ligados a ela) 
Pesquisadores da Universidade de Oklahoma desenvolveram um exoesqueleto robótico que ajuda a prevenir a paralisia cerebral em bebês. A estrutura robótica conta com direção hidráulica, ajudando bebês com risco a desenvolver a doença (CONDIÇÃO RESULTANTE QUASE SEMPRE DE ANÓXIA OU PROBLEMAS PRÉ,PERI E PÓS NATAIS- informa o DEFNET)  a darem seus primeiros movimentos.
A paralisia cerebral pode causar danos no sistema nervoso central, infecções e lesões desde o início da vida do bebê. Para ser combatida, ela necessita que o tratamento comece o mais rápido possível. Entretanto, normalmente a doença não é diagnosticada antes de a criança completar um ano.
A mesma pesquisa envolvida na construção do exoesqueleto também desenvolveu um método para identificar quais bebês entre dois e oito meses estão mais susceptíveis a desenvolver a doença. Com o uso do exoesqueleto, essas crianças podem reverter as consequências da paralisia. De acordo com o informado pela IEEE, a equipe ainda vai realizar uma série de estudos e testes sobre como equipamento.
LEIA TAMBÉM NO BLOG INFOATIVO DEFNET - 

FREUD E A "INVENÇÃO" DA PARALISIA CEREBRAL http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2010/09/freud-e-invencao-da-paralisia-cerebral.html


quinta-feira, 4 de junho de 2015

CÉREBRO/IMUNOLOGIA - Pesquisadores dos Eua revelam relação das meninges e SNC com nossa imunologia

Pesquisadores descobrem ligação inédita entre o cérebro e o sistema imunológico

Pesquisadores da Universidade da Virginia, nos Estados Unidos, fizeram uma descoberta inédita, publicada na edição desta semana da revista Nature: pela primeira vez, cientistas perceberam que o cérebro é diretamente conectado ao sistema imunológico, por meio de veias até agora desconhecidas.
Cérebro
(imagem - foto da matéria com um cérebro colorido, projetado em uma tela, sendo observado por uma pessoa com um fone nos ouvidos, com as áreas cerebrais em cores diferentes, como parte de um mapeamento do SNC, fotografia colorida da Nature)
A descoberta aconteceu durante um estudo com ratos. O cientista Antoine Louveau desenvolvia um método para cortar as meninges (as membranas que cobrem o cérebro) do animal em um único pedaço, de forma a facilitar o estudo do tecido. 
Porém, durante o processo, ele percebeu no pedaço alguns padrões indicando que as células imunológicas haviam atingido as meninges por meio de veias. Depois de testes, Louveau descobriu que essas veias estavam ligadas no sistema linfático, que é parte do sistema imunológico.
"A primeira vez que esses caras me mostraram o resultado da pesquisa, eu disse apenas uma frase: 'Eles terão que mudar os livros de estudo'", disse Kevin Lee, diretor do departamento de neurociência da universidade da Virginia. 
Segundo Lee, o estudo "irá mudar fundamentalmente a forma como as pessoas enxergam a relação do sistema nervoso central com o sistema imunológico".
A descoberta dessas novas estruturas pode ter consequências nas pesquisas de doenças com componentes imunológicos, desde o Alzheimer até a esclerose múltipla. O estudo também pode ampliar os tratamentos existentes para essas doenças.
"Eu não acreditava que ainda havia estruturas no corpo humano que ainda não eram conhecidas. Eu achava que o corpo era todo mapeado", diz Jonathan Kipnis, um dos autores do estudo. "Acreditava que essas descobertas acabaram em algum momento do século passado. Mas,, aparentemente, elas não terminaram."
Fonte: Nature
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/06/pesquisadores-descobrem-ligacao-inedita-entre-o-cerebro-e-o-sistema-imunologico.shtml

quarta-feira, 13 de março de 2013

ANTROPOLOGIA/SNC - O nosso cérebro "social" quando éramos Neandertais

Cérebro dos neandertais tinha menos espaço para relação social, diz estudo


"(imagem de um cérebro de um macaco - anthropopithecus- chipanzé, dentro de um vidro grande com substância líquida para sua conservação e preservação para estudos científicos, fonte Wikipedia)
O homem de Neandertal tinha um cérebro de tamanho similar ao do ser humano moderno, mas sua estrutura cerebral dedicava uma maior parte à visão, em detrimento de funções ligadas, por exemplo, às relações sociais, segundo um estudo britânico que será publicado nesta quarta-feira (13) na revista "Proceedings B", da Real Sociedade de Londres.
Desaparecido há 30 mil anos, o homem de Neandertal surgiu na Europa e no Oriente Médio cerca de 300 mil anos antes da nossa era, e chegou a coexistir com o ser humano moderno, o HOMO SAPIENS, antes de entrar em extinção por causas até hoje discutidas.
Eiluned Pearce e Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, e Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres, compararam crânios fósseis de 32 humanos modernos e de 13 neandertais, que datam de 27 mil a 75 mil anos, principalmente da Europa e do Oriente Médio.
Dessa forma, constataram que os cérebros dos homens de Neandertal e dos homens modernos tinham aproximadamente o mesmo tamanho, mas as órbitas dos homens de Neandertal eram maiores e, consequentemente, seus olhos também eram maiores. Os neandertais tinham massa corporal maior.
'Isto nos faz pensar que o cérebro dos homens de Neandertal tinha áreas maiores, dedicadas à visão e ao domínio do corpo', explicou à AFP Eiluned Pearce, por e-mail.
Os homens de Neandertal provavelmente tiveram olhos maiores porque viviam na Europa, em latitudes onde a luz é mais escassa, enquanto o Homo Sapiens surgiu na África.
Visto que o tamanho dos dois cérebros é similar, os neandertais tinham menos espaço cerebral para outras funções cognitivas, como as vinculadas ao manejo das relações sociais.
'A estas diferenças de organização do cérebro entre homens de Neandertal e seres humanos modernos poderiam ter correspondido diferenças cognitivas entre as duas espécies', acrescentou Pearce.
Para ele, o tamanho do grupo social de um indivíduo está relacionado ao tamanho de áreas específicas do cérebro. Pelo fato de que o cérebro do homem de Neandertal estava essencialmente dedicado à visão e ao movimento, 'isto pode querer dizer que tinham áreas menores do cérebro associadas ao tratamento da complexidade social', avaliou.
Dessa forma, os homens de Neandertal teriam estado 'cognitivamente limitados a (formar) grupos menores do que os homens modernos contemporâneos'.
Essas diferenças de estrutura cerebral podem ter tido consequências importantes para o homem de Neandertal. Ao ter relações sociais menos extensas, tinha menos chances de enfrentar situações como a escassez de recursos locais.
As flutuações demográficas também incidem mais nos grupos menores, razão pela qual aumentam os riscos de extinção.
'Em suma, se os homens de Neandertal tinham grupos sociais menores, isto poderia tê-los levado à extinção de várias maneiras', reforçou Pearce.
Para Dunbar, cabe a possibilidade de que tenham estado 'mais expostos do que os homens modernos, perante os desafios ecológicos da era glacial'.
FONTE - http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/cerebro-dos-neandertais-tinha-menos-espaco-para-relacao-social-diz-estudo.html

sábado, 23 de fevereiro de 2013

AUTISMO/PESQUISAS - Identificada área cerebral relacionadas aos autismos

Neurocientistas identificam área cerebral relacionada ao autismo
Conectividade funcional entre diferentes regiões cerebrais é reduzida nos transtornos de espectro autista
Novas tecnologias ajudam a identificar atividade cerebral com precisão. Foto: Sage Center for the Study of the Mind/Divulgação
(imagem - uma representação de uma cabeça humana que foi passada por um aparelho de neuroimagem, produzindo uma série de pontos, como mapeamento, sendo a mesma apresentada com um corte que expõe o cérebro humano- divulgação Sage Center for  the Study of the Mind)

Com novas investigações sobre o cérebro, os neurocientistas estão descobrindo que parte do que se afirmava sobre os transtornos de espectro autista estava errada. Pesquisadores do Centro Martinos de Imagem Biomédica do Hospital Geral de Massachusetts publicaram um artigo na revista Pnas descrevendo a relação entre a conexão dos neurônios e uma das principais características desses males: a dificuldade de se relacionar socialmente.

Usando resultados de uma avançada técnica de imagem, os cientistas constataram que, em indivíduos portadores do problema, a coordenação da atividade neuronal é mais fraca na região do giro fusiforme, área do cérebro responsável pelo reconhecimento de faces. “Apesar de se saber há muitos anos que a conectividade funcional entre diferentes regiões cerebrais é reduzida nos transtornos de espectro autista, acreditava-se que ela era mais forte quando se considera uma área específica”, diz Tal Kenet, pesquisadora do Centro Martinos e principal autora do estudo. 

fonte - http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2013/02/23/internas_cienciaesaude,424969/neurocientistas-identificam-area-cerebral-relacionada-ao-autismo.shtml
LEIAM TAMBÉM SOBRE O TEMA NO MEU BLOG INFOATIVO.DEFNET - 

O AUTISMO NÃO É APENAS UMA DOENÇA http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/06/o-autismo-nao-e-apenas-uma-doenca.html