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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

DESIGNER COM SÍNDROME DE DOWN ESCREVE "GUIA PARA DIAGRAMAÇÃO PARA UM LIVRO ACESSÍVEL"

Designer com Síndrome de Down escreve ‘Guia de diagramação para um livro acessível’
Fernanda Schacker, que desenvolveu a pesquisa da qual resultou o livro, apresentou seu projeto na Feira do Livro de Porto Alegre
imagem publicada a foto de divulgação de  Otavio Fortes, com Fernanda segurando seu livro de capa cor violeta com desenho sobre a interação que seu livro pode produzir para pessoas com deficiência.


A designer gaúcha Fernanda Schacker foi um dos destaques do III Fórum Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social, realizado pela Prefeitura de Porto Alegre e integrante da programação da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre, que segue até o dia próximo dia 15. Na tarde da última sexta-feira (5), dia 5, Fernanda apresentou a pesquisa desenvolvida para seu trabalho de conclusão de curso: o Guia de diagramação para um livro acessível, publicação que explica o passo-a-passo da produção editorial de livros que contemplam necessidades de leitores especiais. “Desde criança, eu sempre tive muita imaginação e colocava muita criatividade na escrita. Sonhava em ser escritora e publicar um livro. Quando cheguei ao vestibular, escolhi design gráfico e aprendi todo o processo de produção de um livro. Como eu tenho Síndrome de Down e queria ajudar outras pessoas, criei o Guia”, explica a autora.

A publicação, ainda sem editora, explora uma série de recursos editoriais e gráficos que, se aplicados conforme a proposta da designer, permitem a leitura por pessoas com diferentes graus de deficiências diversas. Por exemplo, a gramatura do papel é pensada para que a página não seja danificada no uso de recursos como virador de páginas com velcro, ou clipe de arame que mantém o livro aberto, usado por pessoas com capacidades reduzidas de manuseio. A aplicação do texto na página atende as necessidades de pessoas com dificuldades visuais, o que implica na escolha da fonte, além de regras sobre alinhamento e limites da caixa de texto.
O grande destaque do projeto, entretanto, é a sobrecapa que, se aberta, permite que o livro fique apoiado sobre abas rígidas num ângulo de 20º. Segundo a autora, a precisão foi alcançada depois de um estudo sobre a necessidade de pessoas impossibilitadas de segurar um livro, oferecendo autonomia para leitores com eventuais deficiências.
fonte - http://www.publishnews.com.br/materias/2016/11/09/designer-com-sindrome-de-down-escreve-guia-de-diagramacao-para-um-livro-acessivel
LEIA TAMBÉM NO BLOG INFOATIVO DEFNET - 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

SÍNDROME DE DOWN/MÚSICA - Criança com SD desenvolve leitura por estímulo musical

Criança com Síndrome de Down aprende a ler através da música

(imagem - foto colorida de Evie, que usa óculos, no canto esquerdo, olhando para câmera, uma menina loira, com seu pai ao lado sentado e olhando um cd de músicas, fotografia da divulgação da matéria) 

Evie é uma menina de 7 anos que 'sofre' de (termo incorreto pois sua deficiência intelectual não é uma 'doença' - informa o DEFNET, recomendo o uso de "vive com'')  Síndrome de Down. No entanto, com a ajuda dos pais, que todos os dias cantam para ela, está a desenvolver extraordinárias capacidades de leitura.

Simon e Jo Kent sempre acharam que esta era a melhor forma de ajudar a filha. Os dois punham música e cantavam para a menina ainda quando esta se encontrava na barriga da mãe, mas sem nunca imaginar a importância que esse gesto viria a ter no desenvolvimento da criança.

«Bombardeámo-la com música desde o dia que ela nasceu», revelou o pai, Simon Kent, de 35 anos. 

O casal, que vive atualmente no Reino Unido, soube que a filha ia nascer com Síndrome de Down na altura da ecografia das 20 semanas. Desde então, têm procurado tudo o que possa ajudar a estimular a filha.

«Quando ela era mais pequena, cantávamos sempre as instruções para se vestir, tomar banho, ir dormir, etc.», acrescentou Simon. Mais tarde, quando entrou para a escola, Evie usou precisamente esse método para aprender a ler, a escrever e a fazer contas. Hoje, com 7 anos, dá provas de estar cerca de um ano à frente dos colegas no que diz respeito à leitura.

FONTE - http://www.lux.iol.pt/internacionais/sindrome-de-down-ler-musica-aprender-evie-simon-kent/1539156-4997.html
LEIAM TAMBÉM SOBRE SÍNDROME DE DOWN NO MEU BLOG INFOATIVO.DEFNET -

NÃO SOMOS ANORMAIS, SOMOS APENAS CIDA-DOWNS.... http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/03/nao-somos-anormais-somos-apenas-cida.html  

domingo, 24 de março de 2013

ACESSIBILIDADE CULTURAL/LEITURA- Tecnologia torna acessível Biblioteca Pública de Manaus

Biblioteca Pública para todos: tecnologia em prol da acessibilidade

Totem de audiodescrição, mapa tátil e máquina de livros são alguns dos destaques da “nova” Biblioteca Pública

Após cinco anos fechada, Biblioteca Pública do Amazonas foi reaberta em fevereiro deste ano
*(imagem - foto colorida do prédio da Biblioteca Pública do Amazonas, com uma lente que lhe dá uma perspectiva como uma esquina ampliada, após ter ficado fechada por 05 anos - fotografia de Márcio de Souza) 
Inclusão. Essa foi a palavra que ditou o ritmo da reforma de cinco anos da Biblioteca Pública do Amazonas – localizada na Rua Barroso, 57, Centro. Reinaugurado em fevereiro deste ano, o prédio histórico passou por diversas mudanças em sua estrutura física. Porém, são as inovações e novidades tecnológicas, muitas delas que possibilitaram à biblioteca ser frequentada por pessoas com deficiência, que realmente chamam a atenção do público que visita, diariamente, os três andares do prédio histórico.
“O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura, tentou, com essa reforma, adaptar e dotar a biblioteca de toda a infraestrutura e todos os equipamentos necessários para que os usuários pudessem desfrutar de uma boa leitura e de uma boa pesquisa com conforto e qualidade”, comentou Sharles Costa, diretor da biblioteca, destacando, ainda, o aumento significativo em seu acervo: atualmente, o prédio conta com 345 mil volumes, que vão desde livros e jornais a CDs e DVDs. Confira abaixo e fique por dentro de todas essas novidades.
Chip antifurto
Para evitar que livros sejam roubados do prédio, foram instalados em todos os títulos chips antifurto, que acionam o alarme ao sair da biblioteca.
Totem de audiodescrição
Localizada no terceiro andar da biblioteca, esta máquina permite que o visitante com deficiência visual fique sabendo um pouco mais sobre a história do prédio. “O deficiente vai ter a opção de ouvir ou, se ele quiser, de ler sobre a biblioteca, em braile”, destacou Sharles.
Book Voice
Como nem todos os títulos são encontrados em braile, no Salão Maria Luiza de Magalhães Cordeiro, no terceiro andar, está disponível um scanner que lê o livro para o visitante.
Máquina de livros
Quem chega à Biblioteca Pública pela sua entrada principal, na rua Barroso, se depara com essa miniloja de livros. É só colocar o valor da obra desejada na máquina e retirá-la.
Lupa eletrônica
Também no Maria Luiza de Magalhães, a lupa eletrônica aumenta bastante os caracteres do livro para as pessoas de visão reduzida.
Carteirinha
Para usufruir da “nova” Biblioteca Pública, é necessário dar entrada na carteirinha do usuário – que pode ser requerida no balcão de entrada. O processo para tirá-la é simples: basta ter em mãos a carteira de identidade ou um documento com foto.
Folheador automático
Para os visitantes que possuem apenas uma das mãos ou algum tipo de paralisia nos membros superiores, esse aparelho faz a passagem das páginas dos livros e revistas, mediante o acionamento de um controle remoto.
Mapa tátil
Instalado em todos os andares da biblioteca, o mapa tátil possibilita às pessoas com deficiência visual localizar os departamentos do prédio e ler as informações sobre cada um deles – em braile ou por meio de uma caneta de áudio.
Elevador
Sem dúvida uma das melhorias mais notáveis, um elevador especial foi instalado na biblioteca. O equipamento dará aos portadores de deficiência física acesso aos três andares do prédio.
fonte - http://acritica.uol.com.br/vida/Manaus-Amazonas-Amazonia-Biblioteca-Publica-tecnologia-acessibilidade_0_887911239.html (reportagem de Gabriel Machado)