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domingo, 15 de fevereiro de 2015

SURDOS/TECNOLOGIA ASSISTIVA - Jovens estudantes criam um robô com Lego que pode se comunicar em Libras

Tecnologia desenvolvida por alunos ajuda na qualidade de vida de pessoas com deficiência

O projeto é um protótipo de um “esqueleto de mão” construída inteiramente com peças e tecnologia de Lego, que se comunica com pessoas portadoras de deficiência auditiva através do uso de Libras (linguagem brasileira de sinais)
Alunos da Escola Martha Falcão desenvolveram o Projeto “Educação Inclusive para portadores de deficiência auditiva”
(imagem - três jovens estudandes, com uniformes azuis, e um jovem com camiseta branca, ao centro, da Escola Martha Falcão, sentados ao redor de uma mesa que tem ao centro o protótipo por eles construído, como um robô, simulando um ''esqueleto de mão', para atender pessoas surdas - fotografia de Erica Melo)
Nos tempos modernos, a tecnologia tem avançado cada vez mais em relação à acessibilidade de pessoas com deficiências, buscando dar uma qualidade de vida melhor a quem precisa de uma atenção especial. Foi pensando dessa forma que quatro alunos da Escola Martha Falcão desenvolveram o Projeto “Educação Inclusive para portadores de deficiência auditiva”.
Com esse projeto a escola participa do Torneio de Robótica A FLL Sesi 2014-2015 que acontece  hoje e amanhã no Clube do Trabalhador Sesi, Zona Leste.
O projeto é um  protótipo de um “esqueleto de mão” construída inteiramente com peças e tecnologia de Lego, que se comunica com pessoas portadoras de deficiência auditiva através do uso de Libras (linguagem brasileira de sinais).
A experiência visa estimular a pesquisa de campo sobre aplicação da tecnologia na vida real, promover a experiência prática de educação inclusiva para portadores de deficiência auditiva e incentivar a pesquisa sobre as alternativas de inclusão social para portadores de deficiência auditiva.
O coordenador do projeto, Walderi Moraes Willy Filho, afirmou que o protótipo foi desenvolvido através de uma pesquisa de campo e de laboratório onde verificou que a robótica tem feito grandes avanços, como as próteses de membros, que proporcionam quase com perfeição os movimentos do membro perdido.
“A utilização de exoesqueletos, que podem interpretar sinais nervosos e traduzir em movimentos como abrir e fechar mãos. E isso só se torna possível através de algoritmos que interpretam entradas (sinais nervos) e geram saída (movimentos coordenados), e as aplicações que são feitas de forma geral, desde caixas de supermercados até a sonda curiosity”.
O coordenador destacou que com a utilização destes recursos podem ser criadas diversas soluções para problemas do cotidiano. Como a inclusão de alunos com deficiência auditiva em salas de aulas. “É um projeto da mão robótica que vem traduzir a fala de um professor para um aluno com deficiência auditiva”, afirmou.
A administradora Carla Vargas, 47, mãe de José Luiz Vargas de Mendonça, 13, um dos alunos que participou do desenvolvimento do projeto, ressaltou o orgulhoso que sente em saber que o filho  desenvolveu  algo para ajudar o próximo. “O mais interessante foi quando a escola recebeu o convite para participar da competição, foi a partir daí que os alunos, pensaram no projeto que iria ajudar as pessoas com deficiências, além de criar um elo entre essas pessoas com as que não tem deficiência. Nós pais nos  preocupamos em dar toda uma educação e fazer com que os nossos filhos  olhem para o próximo e através desse projeto podemos observar que está dando  certo”, destacou.
Avaliação 
Durante os dois dias, as equipes serão avaliadas em três provas, sendo elas design de robô, no qual as equipes apresentam o desenho mecânico, a estratégia adotada e a programação desenvolvida; Projeto de pesquisa: um problema do mundo real é pesquisado, conforme o tema do desafio e, em seguida, soluções inovadoras são criadas, experimentadas e compartilhadas com os outros; Core Values: os valores são centrais para a FLL: os alunos aprendem que competição amigável e ganho mútuo não são objetivos distintos e que ajudar um ao outro é fundamental para o trabalho em equipe, sendo a única categoria eliminatória; e Desafio do Robô, sendo três partidas de dois minutos e 30 segundos para executar missões na mesa de competição com robôs autônomos.
Word Festival
A melhor equipe do Torneio Nacional de Robótica a ser realizado em Brasília, garante vaga no World Festival que acontece nos Estados Unidos, na cidade de Saint Louis, no Estado do Missouri, em abril deste ano. O World Festival reúne os campeões de vários torneios de robótica pelo mundo.
Evento
O Serviço Social da Indústria (Sesi) promove hoje e amanhã, no Clube do Trabalhador, de 8h às 17h, a etapa regional do Torneio de Robótica First Lego League (FLL). Ao todo, 31 equipes, com aproximadamente 300 alunos, de escolas do Sesi, escolas públicas e particulares.
FONTE - http://acritica.uol.com.br/manaus/Manaus-Amazonas-Amazonia-Tecnologia-desenvolvida-alunos-qualidade-deficientes_0_1302469795.html
LEIAM TAMBÉM NO MEU BLOG INFOATIVO.DEFNET - 

ROBÔS, POLÍTICA E DEFICIÊNCIA. http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2012/07/robos-politica-e-deficiencia.html

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA/SURDOS - Inventada uma pulseira para tradução de fala e gestos de Língua de Sinais

Estudantes criam protótipo de pulseira que traduz linguagem de sinais

Ilustração do funcionamento dos acessórios na tradução da linguagem de sinais. (Foto: Divulgação/Asia University)
(imagem - desenho com a pulseira no canto esquerdo, de cor preta, escrito I am Judy, que está presa no braço de um rapaz surdo, que se comunica com as mãos através da Língua de Sinais, e diz I am John , e a pulseira em seu braço capta a tradução da fala de sua interlocutora, uma moça desenhada no canto direito, sentada e escrevendo - foto reprodução Asia/Universtity)

Estudantes da Universidade da Ásia criaram um conceito capaz de diminuir as barreiras de comunicação com deficientes auditivos através da linguagem de sinais. Batizado de Sign Language Ring, este dispositivo é composto de uma pulseira e 6 anéis, que funcionariam como um tradutor de gestos para fala e vice-versa.

O design foi inspirado nos colares budistas usados em orações. Quando vestidos, o usuário teria que colocar 3 anéis em cada mão, que, com sensores de movimentos, interpretariam o que o deficiente estivesse falando, emitindo a tradução por uma caixa de som na própria pulseira. Os anéis poderiam ser presos à própria pulseira, facilitando o transporte e não exigindo o uso constante pelo usuário. 
O sistema também teria ainda um microfone, com o intuito de captar o que a outra pessoa fala, traduzir para texto e exibir em uma pequena tela de LED presente na pulseira. O sistema também permitiria ao deficiente gravar movimentos próprios, personalizando o equipamento com movimentos específicos do usuário.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, aproximadamente 360 milhões de pessoas no mundo são deficientes auditivos. Dispositivos como esse poderiam facilitar a inclusão dessas pessoas na sociedade. O conceito foi um dos vencedores do prêmio de design Red Dot, que é realizado anualmente. Agora é torcer para que algum dia ele se torne um produto e chege ao mercado.    ( Para o TechTudo)

domingo, 3 de novembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA/CEGOS - Em Itu foi desenvolvido um semáforo adaptado para pessoas cegas

Alunos de Itu desenvolvem semáforo para deficientes visuais

Professor cego do Senai auxiliou no projeto.Antes de ir para as ruas, equipamento precisa de autorização do Denatran.

Estudantes contam com a ajuda de deficientes visuais para desenvolver o semáforo (Foto: Reprodução/TV Tem)
(imagem - foto colorida com os estudantes do Senai de Itu, com o semáforo do lado direito, com um piso tactil no meio da foto, com o aparelho desenvolvido ligado ao semáforo sendo manipulado por uma pessoa no canto direito - fotografia da reportagem TV Tem)
Um projeto desenvolvido por estudantes do Senai de Itu (SP) pode facilitar a locomoção de deficientes visuais. O semáforo adaptado oferece mais segurança e independência na hora de atravessar a rua.
Aparentemente é um semáforo comum, mas a diferença é que ele está instalado no corredor de uma escola técnica e tem um papel a mais: a inclusão social. O equipamento desenvolvido por alunos conta com uma tecnologia diferenciada para pedestres que são deficientes visuais. Um sistema de identificação por radiofrequência avisa a hora certa de passar. O bracelete com um transmissor vibra e orienta o pedestre.
Gelson dos Santos nasceu com cegueira total e se formou em sistemas de informações e pedagogia. Atualmente trabalha no Senai de Itu ensinando deficientes visuais e capacitando professores. Ele conta que ajudou no desenvolvimento do projeto. "A vantagem e a diferença deste semáforo para os sonoros que já existem está em que este não faz barulho. Não fica incomodando os moradores ao redor do semáforo. E uma outra qualidade desse semáforo é que ele tem no bracelete um sistema vibratório. Mesmo se tiver barulho, o pedestre vai perceber através da vibração que vai fazer no braço", explicou.
Depois dos testes em laboratório, o semáforo vai funcionar em uma rua de Itu. Mas para ser instalado definitivamente nas vias, o equipamento precisa ser validado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). "Nossa parte é a criação das ideias, o desenvolvimento da tecnologia e passamos isso para a indústria. Já existe alguma coisa nesse sentido para compor uma parceria na fabricação desse sistema", adianta o professor João da Silva.
fonte -
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/11/alunos-de-itu-desenvolvem-semaforo-para-deficientes-visuais.html